[ L.A.B.E.L., o teste psicométrico mais completo e confiável ]
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Na People & Results usamos o testeL.A.B.E.L. (Lista de Adjetivos Bipolares e em Escala Likert). Trata-se de um instrumento psicométrico suíço, criado para uso exclusivo no universo corporativo, que mapeia a personalidade e afere potencial de desempenho futuro dos profissionais. Ele foi desenvolvido na Universidade de Lausanne na Suíça e está no Brasil desde 2003.
Imagem 1- Teste L.A.B.E.L.
Sumário
Por que o L.A.B.E.L. é o teste psicométrico mais completo e confiável?
A ferramenta tem alguns diferenciais:
O foco é a personalidade. Mapeando a personalidade, identifica-se o que a pessoa é verdadeiramente, na essência, diferente de testes que mapeiam comportamento aprendido;
Profundidade. O L.A.B.E.L. mensura 102 escalas, o que vai muito além da superficialidade de outras ferramentas que limitam o indivíduo a meia dúzia de características;
Validade. O L.A.B.E.L. é mais confiável do que os demais testes, pois, a partir dos seus índices de controle, é capaz de identificar manipulação, consciente ou inconsciente;
Multiplicidade. O L.A.B.E.L. utiliza 15 teorias psicológicas comprovadas e amplamente conhecidas;
Fidedignidade. O instrumento possui fidedignidade média de 0,92, valor muito acima da maioria dos testes do mercado pelo mundo.
Precisão. O resultado é calculado utilizando o método funcional, o que significa que todas as respostas são utilizadas no cálculo de todas as escalas, minimizando qualquer viés originado por uma autoimagem distorcida;
Consistência de interpretação. Os resultados são apresentados de forma bruta, ou seja, não se compara laranja com banana, como acontece em testes que trazem apenas resultado padronizado;
População de referência. Tem como base as respostas de 21.168 mil executivos brasileiros (quando o teste é aplicado no Brasil).
Perenidade. Seu mapa, quando válido, é perene. Ou seja, o mesmo laudo pode ser consultado e utilizado para sempre.
Vídeo 1 – O que é o L.A.B.E.L.
Personalidade X Comportamento aprendido
A personalidade é a nossa essência, nossa natureza, aquilo que fazemos sem nenhum esforço, de forma espontânea e natural. Assim, ao olhar para a personalidade, vemos o que a pessoa tem como característica abundante para lidar com o desafio.
O L.A.B.E.L. é sustentado pelo conceito muito importante degestão por fortalezas, que leva em consideração a personalidade e as habilidades naturais do indivíduo. Então, quando o foco do desenvolvimento está nas fortalezas naturais, o espaço de progresso potencial é 11 vezes maior se comparado ao esforço quando o foco é a evolução de fraquezas.
Quando o indivíduo tem carência de uma certa característica em seu perfil, mas aprendeu a se comportar de determinada forma para supri-la frente ao contexto, ele passa a interpretar um personagem em grande parte do seu tempo. Fazer isso em uma situação pontual é o famoso “que saco, mas faz parte”. Mas fazer isso o tempo todo, todos os dias, impacta de modo negativo o nível de felicidadee satisfação pessoal.
Portanto, a personalidade deve ser utilizada como base para identificar potencial, coisa que, mapeando comportamento aprendido, é quase impossível. Competir usando a personalidade natural coloca o profissional em situação de vantagem. Há um ganho de satisfação, desenvoltura no fazer e felicidade tanto com o resultado, quanto durante o caminho para chegar até ele.
Imagem 2 – O que é personalidade?
Profundidade
A ferramenta mapeia o perfil a partir de um questionário que contém 260 adjetivos. Através do uso de funções múltiplas lineares, calcula-se o resultado dos 102 traços da personalidade do indivíduo. Os itens analisados são parte bipolar e parte unipolar, que são dispostos em uma escala Likert de 5 pontos, somada a uma sexta opção que despreza ambos os adjetivos.
Validade
O L.A.B.E.L. é a única ferramenta psicométrica que possui índices de controle que identificam tentativas conscientes ou inconscientes de manipulação. Desse modo, há maior confiança dos resultados e a ferramenta se torna a mais potente e parruda do mercado.
Do que adianta aplicar qualquer outro teste, mesmo mais barato, se a ferramenta for incapaz de dizer se quem estava do outro lado trapaceou, mentiu, se escondeu, fez de qualquer jeito ou exagerou na hora de descrever a si mesmo? Isso é jogar dinheiro no lixo. Sem o indicador de confiança, você enxerga a pessoa do modo como ela quer ser vista, o que muitas vezes é diferente do que ela realmente é, ainda mais se tratando do universo profissional.
Então, os índices de controle do L.A.B.E.L. conseguem dizer se o teste é válido ou inválido, se o indivíduo tentou algum tipo de manipulação, qual era o estado de humor no momento do preenchimento e até mesmo se está sem motivação ou triste. Em suma, nada passa despercebido!
Imagem 3 – Índice de controle do teste L.A.B.E.L.
Tipo x Traço
Outro aspecto muito relevante de uma ferramenta é a forma de interpretar os resultados. Pessoas têm aspectos comuns, então rotulá-las por tipos pode fazer sentido em situações de agrupamento.
A ferramenta pode ser de tipo ou de traço. Ferramentas de tipo colocam o indivíduo de um lado ou de outro, considerando apenas os extremos. Já a ferramenta de traço coloca em uma escala, onde vemos a intensidade de cada característica, ou seja, você tem o branco de um lado, o preto de outro e todas as escalas de cinza no meio do caminho.
Ferramentas de tipo classificam as pessoas em 16 tipologias em média. Isso significa que o relatório apresentado ao mapeado já está pronto, mesmo com as nuances e particularidades do seu perfil. Na prática, quem aplica uma ferramenta de tipo recebe um relatório binário, para cada característica a pessoa é de um jeito ou de outro. A verdadeira ferramenta de traço jamais apresenta relatório pronto. Isso acontece porque é preciso analisar para cada característica a intensidade dela e sua interdependência com as demais. Então, uma das riquezas do teste L.A.B.E.L. é que nenhum relatório é igual ao outro, nem a parte gráfica, nem a parte textual.
É crucial utilizar uma ferramenta de traço quando se tem a intenção de diferenciar pessoas. Por exemplo, em casos de seleção, promoção ou sucessão, ter clareza sobre a polaridade e a intensidade de cada característica é fundamental. Dessa forma, dois candidatos de mesmo tipo têm suas diferenças evidenciadas, indicando de forma exata qual deles tem maior potencial para um dado desafio.
Geralmente testes de perfil se baseiam em uma ou outra teoria. O L.A.B.E.L. é o teste de mapeamento de personalidade mais completo do mercado por utilizar 15 modelos psicológicos já comprovados.
Os diferentes modelos psicológicos encontrados no L.A.B.E.L. são:
O “BIG FIVE” (Norman & Goldberg);
Análise transacional (E. Berne);
Personalidade profissional (Holland);
Estilos cognitivos de Welsh (Welsh);
Teoria das necessidades (Murray);
ACL – Escalas da Adjective Check List de (Gough);
Estimativa DSM IV Eixo 2 – escalas de Strack (Millon);
Os 9 tipos do Eneagrama (Ichazo);
DISC (William Moulton);
MBTI (Myers-Briggs);
Escalas do modelo biossocial unificado (Cloninger);
A Teoria dos 4 temperamentos hipocráticos (Hipócrates);
CPI – California Personality Inventory (Gough);
Dimensões profissionais (F. Gendre);
Mecanismos de defesa e humores (F. Gendre).
Precisão, a calculadora do L.A.B.E.L.
Normalmente, as ferramentas calculam o resultado utilizando o método clássico. Isto é, quando se pergunta em uma escala de 1 a 5 se a pessoa gosta de vermelho, e ela responde 5, o relatório trará vermelho como algo que a representa muito. Já no teste L.A.B.E.L., o cálculo é feito utilizando o método funcional, ou seja, além de perguntar da preferência em relação ao vermelho, questiona também sobre o quanto a pessoa se identifica com o rosa, cor de vinho, laranja, cor de tijolo e assim por diante. Portanto, todas as respostas são usadas para calcular, por meio de funções múltiplas lineares, o resultado da pessoa. Isso significa que se a pessoa deu 5 para o vermelho, mas 1 e 2 para as cores parecidas, o seu relatório trará um resultado para vermelho menor.
Assim, a forma de processar as respostas e chegar no resultado mostra, inclusive, pontos que a pessoa desconhece em relação a ela mesma. É onde entra a maior contribuição para o autoconhecimento, é a pessoa receber o resultado e dizer “nossa, nem eu sabia que eu era assim”, pois a ferramenta captura justamente as zonas de desconhecimento da pessoa sobre ela mesma.
Teorias utilizadas como base do método funcional:
TRI ou IRT (Rash);
MMPI (Starke R. Hathaway e JC McKinley);
Princípios de índices de controle (F. Gendre).
Consistência de interpretação, resultado bruto x padronizado
No L.A.B.E.L., os resultados são entregues em sua forma bruta, sem colocar o respondente em “caixinhas”. Então o teste entrega um relatório personalizado para cada respondente, levando em conta a intensidade de todas suas características.
Pense em uma população do seu entorno. Em primeiro lugar, considere que medimos a altura de cada um e chegamos a 1,50m para a pessoa mais baixa e 2,05m para o mais alto. Plotando isso em um gráfico, descobrimos que se trata de uma curva de distribuição normal.
Ao padronizar a medição, o menor resultado equivale a 0 e o maior a 100, sendo a média 50. Ou seja, se estamos falando de altura, é óbvio que esse zero é relativo. O zero apenas indica a pessoa com menor resultado naquela população, afinal, nem um recém-nascido tem zero centímetros.
Quando a medição passa a ser de nível de criatividade, por exemplo, esse conceito de relatividade é esquecido. É nessa hora que o instrumento é interpretado de forma distorcida. Resultados brutos indicam a realidade exata do que foi medido, enquanto os resultados padronizados levam à distorção de percepção e decisão. Assim, antes de interpretar o resultado de um instrumento, verifique se os resultados são reais ou relativos.
População de Referência
O teste L.A.B.E.L. foi criado para a utilização no universo corporativo, então quem o realiza tem como base de comparação a média das respostas de 21.168 mil executivos brasileiros. A população de referência muda de acordo com cada país, com uma amostra fiel e adequada a cada realidade.
Os resultados seguem uma lógica diferente da escola, em que ficar abaixo da média é considerado ruim. No L.A.B.E.L., ter características abaixo ou acima da média não dizem nada isoladamente. Por exemplo, se em seu resultado mostra que no quesito criatividade você está acima da média, isso significa que você é mais criativo que a média dos executivos brasileiros e a intensidade dessa característica vai mostrar se você é um pouco mais criativo ou se é um ponto fora da curva.
Agora, para saber se é bom ou ruim, isso vai depender do seu objetivo. Tem a criatividade super alta e vai trabalhar desenvolvendo campanhas publicitárias? Ótimo, siga em frente. Ou tem essa característica predominante, mas quer trabalhar com contabilidade? Nesse caso, essa característica é uma âncora para o seu objetivo e a insistência nele certamente levará à infelicidade.
Perenidade
A personalidade é bastante estável, raramente muda depois de formada. Por isso, o laudo do LA.B.E.L., quando válido, é perene. É o fim da necessidade de fazer e refazer testes. L.A.B.E.L. válido é bússola de apoio para decisão para toda a vida, o que gera economia de dinheiro, tempo e energia.
Para quem serve?
O L.A.B.E.L. faz sentido se você procura gerir sua carreira, a carreira da sua equipe, dos seus liderados ou se você atua como RH. Ele faz com que a gestão seja feita de uma maneira completamente diferente, já que abandona aquele modelo de gestão de fraquezas. Dessa forma, todo o investimento em desenvolvimento, treinamento e evolução alcança um resultado muito superior.
Depois de conhecer o L.A.B.E.L., nunca mais vai enxergar os outros testes com os mesmos olhos. Ele realmente tem um potencial notável para transformar e evoluir a vida dos profissionais, é o que ouvimos todos os dias aqui na People & Results.
O que significa uma pontuação alta ou baixa em uma escala do L.A.B.E.L.?
A pontuação indica a intensidade de determinada característica no perfil avaliado. Seu significado depende das exigências da posição e da relação com as demais escalas, já que uma característica isolada oferece uma visão limitada da personalidade.
Como os índices de controle ajudam a interpretar os resultados do L.A.B.E.L.?
Eles fornecem informações sobre a consistência das respostas e possíveis fatores que afetam a validade do resultado. Esses indicadores ajudam o profissional responsável a avaliar se há condições para interpretar o perfil com segurança.
Por que o L.A.B.E.L. utiliza uma população de referência brasileira?
A comparação com uma população de referência permite contextualizar os resultados em relação a um grupo específico. No uso profissional, é importante que essa referência seja adequada à realidade em que a avaliação será aplicada.
O resultado do L.A.B.E.L. pode ser usado para comparar candidatos a uma mesma vaga?
Sim. A análise pode ajudar a identificar diferenças entre os candidatos e relacionar suas características às demandas da posição. A decisão deve considerar também competências, experiências e outras evidências relevantes para o processo seletivo.
Por que a interpretação do L.A.B.E.L. precisa considerar as 102 escalas em conjunto?
As escalas se complementam e ajudam a formar uma visão mais ampla do perfil individual. Interpretar apenas uma ou duas características pode levar a conclusões incompletas, enquanto a análise integrada permite compreender melhor as relações entre os diferentes traços.
AUTORA [Danielle Amate]
Relações Públicas pela UEL e pós-graduanda em Influência Digital. Atuou com rede de franquias e nos seguimentos de saúde, metalurgia e telecomunicações. Realizando ações de marketing, social media, relacionamento com os públicos, eventos e atendimento.