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[ 4 atitudes coringas para todo profissional ]

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Existem 4 atitudes coringas para todo profissional. Por mais que cada carreira exija uma série de características específicas, tem algumas que são essenciais independente da área, setor ou profissão. São elas:

  1. Autonomia
  2. Automotivação
  3. Responsabilidade
  4. Estabilidade emocional real

Como saber se você as possui?  Na falta, como aprimorar? Descubra lendo esse artigo!

Entenda mais sobre cada uma das 4 atitudes coringas para todo profissional

Autonomia

Um profissional autônomo dispensa que alguém pegue na mão e o direcione a cada nova atividade. Ele consegue seguir com independência, chegando no resultado apesar das dificuldades.

Ao ser mais autônomo, o profissional ganha mais velocidade e liberdade. Autonomia é um traço de personalidade, portanto formado na primeira infância. Se a sua é baixa, o que é possível fazer para que a isso deixe de te atrapalhar?

Para aprimorar seu nível de autonomia, comece com uma atitude simples: peça feedback para quem te cerca, perguntando o quanto identificam de autonomia em você. Mais do que ser ou não autônimo, peça exemplos das situações em que a autonomia está presente e quando foi preciso você esperar por orientação para seguir.

Além disso, pense nas suas atividades do dia a dia e responda a essas questões:

  1. A cada nova tarefa, você precisa ser orientado ou rapidamente percebe o que deve ser feito?
  2. Em relação ao que já tem conhecimento, você executa suas atividades sem interferência de ninguém ou precisa ser direcionado de tempos em tempos?
  3. Você vai e faz acontecer ou espera cair no colo?

Dica para aumentar sua autonomia:

Note quem é referência. Observe atentamente quem faz muito bem o que é esperado de você. A cada observação pergunte o porquê de ser feito ‘assim’ ou ‘assado’. Tire suas dúvidas para estar mais autônomo quando for a sua vez de realizar.

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Imagem 1 – 4 atitudes coringas para todo profissional

Automotivação

A pessoa com elevada automotivação é ambiciosa, tem uma forte tendência a assumir responsabilidades e coloca a mão na massa em prol dos seus objetivos, que é o que a move.

Em uma pessoa automotivada, a motivação vem de dentro. Isso quer dizer que a energia e força para agir estão nela mesma, sem depender de estímulos e contextos externos. O automotivado tem as ‘próprias cenouras’, sem jamais se conformar com o que o outro planeja para sua vida, faz o que faz pois para ele aquilo tem sentido, ao invés de fazer apenas porque alguém pediu ou por ser novidade.

Para saber o quanto você é automotivado, pense nas suas atividades do dia a dia e responda a essas questões:

  1. Quais atividades você realiza por que considera importante; por que vai se desenvolver profissionalmente; por que fazem parte dos seus objetivos; por que estão dentro do seu plano de carreira?
  2. Quantas atividades você realiza por que é a conduta esperada; por que o chefe pediu; por que é o objetivo da empresa; por que está na moda; por que é o esperado pela família?

Seu volume de resposta foi maior na primeira ou na segunda questão? Se foi na segunda questão, é um alerta de que você precisa refletir sobre a sua automotivação.

Dicas para aumentar sua automotivação:

Responsabilidade

A pessoa responsável se previne de problemas, puxando o compromisso para si. Ao agir, ela influencia os acontecimentos ao seu redor ao invés de ser influenciada por eles. É racional, cumpre o que promete, reconhece a culpa pelo o que acontece em sua vida e confia na sua capacidade de enfrentar as dificuldades.

Por outro lado, o profissional menos responsável é dependente do destino, nunca tenta mudá-lo, aceitando a forma como as coisas “devem acontecer”, sem puxar para si o peso do compromisso.

Em um exemplo prático, uma atitude de um profissional responsável é, ao lidar com o orçamento do seu setor, fazer a gestão dele, ponderando as possibilidades de maior ou menor gasto e deixando margem para imprevistos, para que ele feche no azul. Enquanto isso, o profissional com menos responsabilidade deixa de se prevenir e, quando tem algum incidente, coloca a culpa e responsabilidade em eventos externos para justificar o desencaixe.

Para saber o quanto você é responsável, pense nas suas atividades do dia a dia e responda a essas questões:

  1. Você nunca tem culpa do que acontece, mas os eventos externos sempre acontecem ao seu redor te prejudicando?
  2. Você vive o presente sem se preocupar com o futuro?
  3. Frequentemente alguém te cobra por algo que faz parte do seu escopo de trabalho e você deixou de fazer?

Quanto mais ‘sim’ você responder, maior o sinal de que seu nível de responsabilidade é baixo.

Dicas para aumentar sua responsabilidade:

  • Assuma suas atribuições proativamente. Ao invés de esperar que alguém lhe diga o que fazer, pergunte o que é esperado e faça. Tendo dúvidas, nada de sentar em cima delas e ficar ruminando, pergunte exaustivamente até entender.
  • Nunca postergue. A atividade deve ser feita na hora, sem desculpas para adiar.
  • Tenha foco. Faça o que deve ser feito até o fim, sem espaços para distrações e sem parar e fazer outras no meio.
  • Assuma a culpa. Nunca jogue sua responsabilidade em eventos externos, por mais que outros elementos tenham te prejudicado, veja sempre o que você pode fazer de diferente.
  • Se previna de incidentes. Analise todas as variáveis daquela situação e monte uma solução prévia para cada uma.

Estabilidade emocional real

Ter estabilidade emocional real significa que a pessoa se mantém equilibrada tanto externamente quanto internamente. Existem pessoas que aparentam estabilidade, mas internamente estão em chamas, é o que chamamos de estabilidade emocional disfarçada.

A pessoa que tem alta estabilidade emocional real é calma, mantém o humor mesmo em momentos de estresse e sabe suportar as frustrações. Pelo controle emocional, quem é estável é considerado mais confiável e de fácil convívio.

Por outro lado, pessoas com menos estabilidade emocional são mais sensíveis, emotivas e podem ser facilmente contrariadas, espanando. São mais irracionais, agem sem pensar, sem conseguir controlar as próprias impulsões perante o estresse.

Para saber o quanto você é estável emocionalmente, pense nas suas atividades do dia a dia e responda a essas questões:

  • Você possui estabilidade emocional real, disfarçada ou é explosivo?
  • Relembre das últimas situações de estresse que enfrentou, como você lidou e se sentiu diante delas? Gritou, ficou ansioso, brigou, ficou sem dormir, remoeu a situação na cabeça, sentiu medo, tristeza, vontade de chorar ou desistir, ficou engasgado com o sapo na garganta? Se a resposta for sim, avalie a frequência e intensidade dessas reações e sentimentos, quanto maior ela for, menos estabilidade emocional real você tem.

Dica para aumentar sua estabilidade emocional real:

Pratique mindfulness. É comprovado que, de forma recorrente, esse tipo de prática auxilia no aumento da estabilidade emocional.


Quer saber mais?

Leia também ‘Gestão por fortalezas, o que é e como fazer’ e ‘Como quantificar o próprio resultado no trabalho’.

Vídeo 1 – Orientação de Carreiras para Executivos

Publicado em Novembro de 2021. Atualizado em Fevereiro de 2026.

AUTORA [Danielle Amate]
Relações Públicas pela UEL e pós-graduanda em Influência Digital. Atuou com rede de franquias e nos seguimentos de saúde, metalurgia e telecomunicações. Realizando ações de marketing, social media, relacionamento com os públicos, eventos e atendimento.
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